era uma vez...

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domingo, 19 de janeiro de 2014

Digitinta

Ando no Jardim de Infância
pinto quadros de todas as cores
com tintas e com pincéis
como fazem os pintores

E com os dedos da mão 
aí tão bem que se pinta 
fico todo besuntado
até o nariz tem tinta

Ó mas não faz mal
lavo a cara lavo as mãos 
e fico limpo
outra vez....














Pintura com anilinas

Pintámos com lápis de cera e anilinas. Estivemos a fazer uma experiência: vimos que a tinta não agarra na cera.

O resultado da nossa pintura não foi o que esperávamos por a anilina pegou um pouco no lápis de cera e a maior parte dos desenhos ficaram azuis escuros não se notando que fizemos um chapéu de chuva e a chuva a cair.





A Cuca disse-nos que o mais importante foi o "experimentar" pois nem sempre o resultado é aquele que esperamos, mas também só chegamos a essa conclusão se experimentarmos. Foi uma experiência que temos de aperfeiçoar para chegar ao resultado que queríamos. Para a semana vamos fazer um desenho com uma vela para ver se pega ou não .

sábado, 18 de janeiro de 2014

Anos da Olívia

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Nós e os instrumentos musicais

Estivemos a explorar os instrumentos musicais. Livremente, com diversos sons e intensidade.
                  






                   
                                        



segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Porque vale a Pena... o nosso Frasco

Recebemos este email da Mãe da Margarida.




"A Margarida achou que devíamos decorar o nosso frasco...e o resultado foi este.

beijinhos
Patrícia e Margarida"

A importância do brincar...

“É urgente brincar…”, sobretudo em idade pré-escolar!

“PRIVAR UMA CRIANÇA DE BRINCAR É PRIVÁ-LA DO PRAZER DE VIVER”

Françoise Dolto
Imagem
Actualmente vivemos numa sociedade em que tudo se faz “a correr”… O tempo é um bem precioso e a gestão do mesmo acaba por ser uma arte de mestria. Esta constante vivência em “correria”, onde tudo é agendado ao minuto, contamina inevitavelmente o dia-a-dia das crianças, preenchido pela presença no jardim-de-infância ou na escola, e, simultaneamente, em inúmeras actividades extra-curriculares. A própria evolução urbanística conduz a uma vivência confinada a espaços físicos restritos e limitados (exp: o apartamento e os edifícios citadinos em que se situam os jardins de infância, escolas e pátios de recreio), acompanhados de muitas regras constantes e restritivas: “Está quieto”, “Não mexas nisso”, “Não te sentes no chão”, que “bombardeiam” as crianças todos os dias.
Também esta “pressa” e ânsia de acelerar processos que deveriam ser naturais ao longo do crescimento, conduz a um contacto cada vez mais precoce com aprendizagens excessivamente escolares (ainda em período pré-escolar), em detrimento de outras, que contribuem para a aquisição e desenvolvimento de competências psicossociais e de auto-regulação emocional. Mais importante do que saber ler, escrever ou contar quando se entra na escola, é fundamental aquirir e construir previamente uma matriz psicossocial individual segura, capaz de receber e transformar esses conteúdos escolares. Esta matriz passa por a criança ser minimamente autónoma e confiante para estar numa sala de aulas, respeitar figuras de autoridade e regras estabelecidas, interagir/comunicar com os outros (professor, funcionários, colegas, etc), colocar dúvidas, fazer perguntas, tomar decisões, criar soluções e resolver problemas.
Assim, frequentemente a actividade por excelência que as caracteriza – o brincar – fica esquecida no meio da rotina e da vivência diárias. Durante muito tempo pensou-se que brincar não teria utilidade biológica ou social, mas na realidade, brincar é, por excelência, um dos fenómenos mais comuns e naturais da infância, assumindo-se como uma forma de estabelecer interacções sociais e um meio poderoso de aprendizagem sobre o mundo. Ora, tal actividade fundamental não é específica do Homem, sendo igualmente partilhada por outras espécies.
Desta forma, a actividade lúdica permite estabelecer um elo de ligação entre as crianças sendo um poderoso auxiliar na construção da relação com os outros e com o meio que as rodeia. Detentora de um papel fundamental no desenvolvimento emocional, cognitivo e social, possibilita a estimulação da criatividade e o desenvolvimento daautonomia, da linguagem e de papéis sociais (fundamentais para a vida adulta), dotando a criança de maiores capacidades para pensar e resolver problemas. De facto, através do brincar a criança vai-se familiarizando com as regras sociais e tomando contacto com experiências novas: ela explora, pesquisa, experimenta e aprende. Experimenta com relativa segurança ou com o mínimo de riscos (porque são situações puramente imaginárias) novos comportamentos físicos ou sociais, num contexto familiar e contentor, com a vantagem dos comportamentos lúdicos serem, em grande parte revogáveis: o que se faz “a brincar” não tem as consequências habituais de um comportamento semelhante feito “a sério”. O jogo é algo com impunidade relativa e características não sérias. Toda e qualquer brincadeira requer que as crianças tenham consciência destes aspectos e que emitam e reconheçam o sinal que se traduz por: “isto é uma brincadeira…”.
Brincar permite ainda que a criança se mantenha fisicamente activa, que desenvolva apersonalidade e as competências sociais, ajudando-a a lidar com emoções esentimentos, possibilitando:
  • encenar experiências emocionais (por exemplo: separação dos pais, situações de luto, alterações significativas na vida da criança, sentimentos de alegria, tristeza, ciúme, medo, etc);
  • “libertar” tensões (por exemplo: alívio da dor, desconforto, frustração);
  • pesquisar (observar, explorar, descobrir);
  • treinar as competências de autonomia e de independência (actividade espontânea e voluntária, implicando empenhamento activo por parte da criança);
  • divertir-se (sem objectivos específicos, apenas algo agradável e positivo).
À medida que a criança cresce, assiste-se a uma evolução social de situações em que brinca sozinha, para brincadeiras cada vez mais cooperativas. Ser, ter, fazer, tomar, dar, amar, odiar, viver, morrer, todos estes verbos não ganham sentido senão através do jogo. O brincar assume, desta forma, uma preparação para as acções e comportamentos da idade adulta.
Por tudo isto, para além do espaço do jardim de infância/escola e das actividades extra-curriculares (predomínio das regras e de momentos organizados/estruturados) é também fundamental:
  • Aceitar e ter em conta que o brincar está presente desde o nascimento. Antes do aparecimento da linguagem a criança já comunica com os adultos através da mímica, nos gestos, nas actividades corporais e sensoriais. Por volta dos 3 meses um dos primeiros jogos com o adulto é o de esconder o rosto e mostrá-lo de novo, depois surgem actividades de exploração e manipulação dos objectos do meio, jogos em torno do ter e guardar (encher objectos com coisas que se transportam), e, mais tarde, jogos de fazer coisas (puzzles, construções). A partir da idade em que a criança começa a andar é necessário destacar em especial os jogos com água, areia, ou terra, aos jogos de enchimento e de esvaziamento de recipientes. Este é o momento da explosão da curiosidade investigadora e manipuladora dos objectos, tudo suscita perguntas e tudo se tenta agarrar, despedaçar, fragmentar.
  • Variar os brinquedos da criança. Quando a criança já descobriu as dificuldades de um jogo e as ultrapassou, poucas são as surpresas ou interrogações. É preciso variar os brinquedos e jogos de forma a estimular os sentidos, a criatividade e a inteligência da criança. Pode-se tentar fazer troca de brinquedos com outras crianças ou procurar ludotecas que ajudem nesse sentido. (Nota: aqui entendem-se jogos de ludoteca os livros para crianças, os jogos de construção, os jogos de motricidade, inventivos, criativos, de lógica, etc; não são de forma alguma incluídos os peluches, a boneca preferida, enfim, os brinquedos que são “os primeiros amores” da criança, que ela usa para adormecer, ou para se acalmar quando os pais estão ausentes).
  • Reforçar com os pais que o “tempo de qualidade” para a brincadeira é preferível ao “tempo de quantidade”. São preferíveis 15/20 m., por exemplo, em que os pais apenas focam a sua atenção no estar e brincar com a criança, do que ter 3 horas em que, no meio de outras tarefas, se vai falando e interagindo. Esses momentos de “qualidade” podem mesmo ser combinados com a criança, de modo a que esta perceba que, nesse tempo, o adulto vai estar disponível só para si.
  • A brincadeira não deve ter muitos “nãos” (por exemplo: “não corras”, “não saltes”, etc). Para brincar a criança tem que se sentir numa atmosfera segura e de não ameaça, portanto, a guarda contínua dos pais e/ou educadores podem dificultar a tarefa espontânea de brincar. As crianças precisam de limites para se sentirem seguras, mas isso não significa que não possam exprimir os seus desejos, as suas alegrias e as suas tristezas (que devem ser ouvidas pelo adulto).
  • Brincar ao ar livre, onde podem ser efectuadas actividades diferentes das realizadas no espaço físico limitado da casa, ou do jardim de infância/escola. O espaço envolvente representa para as crianças um desejo muito intenso, é a ânsia de mover-se, correr, descobrir coisas novas, enfim… sentir a vida quase através dos “poros da pele”. Porém, deve também ter-se em conta que algumas crianças brincam ficando apenas a olhar, ouvir, cheirar, sentir. São prazeres passivos, inteligentes, observadores, e, por vezes, mesmo meditativos.
  • Reduzir a pressão na aprendizagem de conteúdos escolares, ainda no período pré-escolar. Nesta fase o que se torna realmente necessário é que a criança brinque, consiga enquadrar-se e socializar com o grupo, que respeite as regras da sala, que aprenda a ouvir os outros, que se concentre numa actividade (jogo, desenho, história, etc) e a conclua dentro das suas capacidades, que desenvolva a motricidade, a criatividade e a capacidade de pensar sobre as coisas. Basicamente a criança necessita de crescer, ganhar maturidade e competências pessoais e sociais, para futuramente, estar mentalmente disponível para aprender a ler, escrever e contar, quando chegar o momento de ingressar na escola.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Porque vale a Pena. Educar pelo optimismo.....

A Cuca anda mesmo contente connosco... Andamo-nos a portar bem, por isso ela está mesmo feliz... Não é só o portar bem, é também os esforços que nós estamos a fazer para aprender.
 
Ontem o Rodrigo e o Francisco fizeram o nome sem recorrer aos cartões onde estão os nomes. Também o Estêvão fez uma pintura sem ser trovoadas fez os manos.
 
Com o objetivo de registar as coisas boas que nós fazemos a Cuca trouxe um frasco grande, onde colou um rótulo com o título e as instruções.
 
 Depois escreveu num papel o que a fez feliz, ontem, e os meninos fizeram um desenho e dobraram. A seguir puseram-o no frasco.
 
  

 
 
A partir de hoje vamos registar algumas coisas que nos fazem felizes durante este ano letivo.
 
Também fizemos rótulos para levar para casa para fazermos um frasco com as nossas famílias.
 
É desde pequeninos que devemos dar valor às coisa mínimas que a vida nos dá. Uma das ferramenta para termos sucesso na vida é o dar valor aos pequenos/grandes momentos da vida, aprendermos a ter uma visão positiva da vida uma boa auto- estima e vontade de ser melhor cada dia...... por isso há que educar para o optimismo, mostrando que cada um de nós é único e especial, e que cada um de nós tem o seu lugar
TODOS SOMOS ESPECIAIS
 
 
 
 



Dia de Reis

Como manda a tradição no dia 6 de Janeiro canta-se as Janeiras. Também é dia de Reis.
Logo de manhãzinha cantamos as janeira com os nossos amigos do 1º ciclo.


 

 
 



A seguir fomos para a nossa sala onde ouvimos ensaiamos as canções dos Reis e fizémos as nossas coroas.

Á tarde tivémos a nossa festa de Reis com os nossos pais. A Cuca ainda está á espera de fotografias para por no nosso blog
 

 
 

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Livros infantis. Quando a ficção passa a ser realidade....

Os Livros são muito importantes na formação das crianças. Ao ver alguns blogues li este post da Joanna, autora do  Blog “A Cup of Jo” onde relata as aventuras de ser mãe, mulher e jornalista em Nova Iorque.

A Joanna lê todas as noites histórias ao Toby, o seu filho de 3 anos.

O livro preferido de Toby, o livro que lhe faz os olhos brilhar, passa-se na sua cidade, em Nova Iorque.



O livro “One Sunday Morning” da escritora e ilustradora coreana Yumi Heo, conta a história de um menino chamado Minho, que passa o dia no Central Park com o seu pai.

Joanna e o marido Alex aperceberam-se que o pequeno Toby se identificava e sonhava que era o Minho, o menino do livro. E qual o melhor presente que podiam oferecer ao Toby? Porque não propocionar ao Toby um dia igual ao do Minho?
Vejam só o que eles fizeram.

O livro conta as histórias do Minho que se passeia em Nova Iorque com o seu pai e tem várias cenas, que seguidamente irei mostrar....

Primeira paragem no Metro de Nova Iorque para assistir à actuação dos músicos.


Segunda paragem para comer um hotdog , um pretzel  e uma sprite no Central Park.

 
 

Terceira paragem para ver os ciclistas e andar no carrossel com o pai.

 




Quarta paragem para assistir à actuação de uma banda.

 


Quinta paragem: ver os barquinhos à vela no lago.

 


Os pais dizem que o Toby não pára de falar desse dia.

Fica a sugestão para todos, porque não fazer o mesmo com o seu filho? Num domingo, arranje um livro de histórias e viva-o com o seu filho...
Histórias e livros não faltam, porque não pegar no livro favorito do seu filho e torná-lo real? Torne o seu filho o protagonista, viva com ele uma aventura fascinante e... seja feliz.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

O mundo ficou abençoado...

Foi Natal este ano em casa do Francisco Mexia...
O Zé Duarte , irmão do Francisco nasceu no dia 21 de Dezembro.
 
Depois de termos tirado as fotografias do presépio na nossa sala, no último dia de aulas, o Francisco chegou-se ao pé da Cuca e pediu os fatos emprestados para poder fazer com os seus irmãos um presépio ao vivo.
Afinal, o menino Jesus tinha "abençoado" a sua família. Era Natal em sua casa.
 

"Porque é Natal, nasce o menino encantado, e ao nascer uma criança o mundo é abençoado. Ééé NATAL"
 
 
BEM-VINDO ZÉ DUARTE!